Blog com trabalhos de pesquisa realizados para a disciplina de Ciências Naturais, da professora Clara Abegão, Escola E.B 2,3 Dr. José Neves Júnior, em Faro.
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Domingo, 17 de Junho de 2007
Pato Real

 

 

Nome comum: Pato-real
Nome científico: Anas platyrhynchos L.
Outras designações: adem, pato-ganso, condal, cabeça-azul, lavanco, mancão
Peso: macho 859 – 1572 gramas; fêmea 750 – 1140 gramas
Comprimento: 50 – 65 cm

Fenologia: Residente (invernante)

 Esta espécie pode ser encontrada na América Central e do Norte, na Europa, na Ásia, no Norte de África e mesmo na Austrália e Nova Zelândia onde foi introduzida. Na Europa, à excepção da Escandinávia onde apenas nidifica, é residente, embora alguns indivíduos migrem (fenómeno mais frequente para Norte e Este do Continente).
 As populações ibéricas não fogem a este padrão, e embora o carácter residente seja bastante acentuado, acorrem à península algumas populações migradoras não ibéricas. Esta ave encontra-se uniformemente distribuída pelo território continental português, sendo as zonas de maior concentração o estuário do Tejo e Sado, o Paul de Boquilobo, a Pateira de S. Jacinto, a Ria de Aveiro e a Quinta do Taipal (em Montemor-o-Velho).
 A íris é castanho-escuro o bico verde-amarelado no macho adulto e no imaturo (empalidecendo em fase de eclipse) com a unha negra, enquanto na fêmea (adulta e imatura) é alaranjado com a mandíbula superior praticamente toda escura (ou apresentando dos lados, uma zona alaranjada de tamanho variável). No macho juvenil o bico é verde-pálido enquanto na fêmea juvenil denota um tom laranja pálido com marcas mais escuras. Os pés são laranja-avermelhado nos adultos e nos imaturos e rosados amarelados nos juvenis.        
Pato Real macho
Em plumagem nupcial, os machos adultos têm a cabeça e pescoço de um verde metálico, com reflexos azulados, terminando num estreito colar branco. O peito e a parte superior do abdómen são castanho- hocolate, enquanto os flancos e a restante área abdominal são branco-acinzentadas. As coberturas infra-alares são brancas e as infracaudais negras. Manto cinzento-acastanhado e as escapulares cinzentas. O dorso, uropígio e coberturas supracaudais negras. A cauda tem duas penas negras recurvadas. As rectrizes externas são brancas. A asa é de uma tonalidade cinzenta ou cinzenta-acastanhada dominante, contrastando com o espelho azul-púrpura orlado a negro e branco.
 A fêmea tem pescoço e cabeça castanha pálida com finas listras negras e uma listra ocular. O peito, flancos e abdómen são castanhos com diversas marcas negras. A zona posterior do abdómen é mais clara. As coberturas infracaudais são brancas. O manto, as escapulares e coberturas supracaudais são acastanhadas. O dorso e uropígio mais escuros. A cauda é acastanhada com as rectrizes externas de tons esbranquiçados. As asas são semelhantes às do macho, embora possuindo um espelho mais estreito, uma tonalidade mais acastanhada e as extremidades das coberturas terciárias brancas.
 

 A partir de fins de Dezembro princípios de Janeiro, os adultos começam a formar os casais, que depois de formados se dispersam à procura de locais para se reproduzirem (os juvenis começam a formar casais mais tarde). Constróem o ninho no solo no meio da vegetação em locais tranquilos, como por exemplo nos sapais e pauís da foz dos grandes rios, nos grandes tanques de aquicultura extensiva abandonados, nas zonas de salinas (também elas abandonadas ou reconvertidas), por vezes em situações bastante expostas e longe da água.

 

A postura é de 9 a 13 ovos de cor creme ou esverdeada. A incubação, feita pela fêmea, dura 27 – 28 dias. As crias saem logo ninho para se alimentar, pois são capazes de nadar desde muito cedo. Os jovens são capazes de voar com 50 – 60 dias de idade, atingindo a maturidade sexual com 1 ano.

Espécie omnívora, consumindo maior percentagem de matéria vegetal no Outono/Inverno, e maior quantidade de invertebrados na Primavera/Verão, podendo ainda ingerir anfíbios e peixes.
 É talvez a espécie que mais frequenta os campos agrícolas (em especial os arrozais). Devido à grande dimensão das suas populações, podem surgir conflitos entre os agricultores e caçadores, pois os primeiros acusam os patos de provocarem grandes perdas de produção por consumo directo de arroz. Contudo, estudos recentes demonstraram que o consumo de arroz por parte dos anatídeos não tem efeito significativo na produção.
Pato Real fêmea
Trabalho ralizado por Élio José, 8ºC
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publicado por EscolaJNJ às 12:28
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1 comentário:
De Bruno 8 C a 18 de Junho de 2007 às 09:01
Acho que esta informação é importante para os alunos, porque os alunos com esta informação podem compreender varias coisas sobre os animais(como se alimentam; como vivem etc).

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